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Os pés, como se pairassem o chão , já a mente jaz…
Nenhum plano, trata-se de outros planos
Plano aberto, platô fechado, transmutações e porvir
Aeroplano de mim, que definitivamente não peso menos que o ar
Ar pleno, um trago de ar
Trago boas novas
Mudanças de outrora
Pairar diz-se de uma ave que se sustenta no ar, com as asas abertas, sem que pareça
agitá-las.
Digo pairar, não parar.
Uma mente que paira jamais para, lanço a cabeça no chão e os pés rompem a estratosfera em forma de furacão
Lugar em que a temperatura é sensivelmente constante.
Metáfora dos contrários, lá onde eu me contraio.
Vento tempestuoso e repentino que corre com grande fúria todos os rumos.
É só um tufão, efêmero!
Fúria e calmaria…

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Um pensamento em “Poesia Os pés

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